terça-feira, 23 de maio de 2017

Contação de histórias por vídeos no Youtube

     Qual professor (a) ou contador(a) de história já não sofreu em encontrar uma história que já escutou em algum lugar? Ou um livro que quer comprar, mas no momento não dá. $$
Pois bem! Eu passei por isso esses dias, e procurando na internet outras alternativas para suprir essa necessidade, encontrei alguns vídeos no youtube de histórias infantis como: Menina bonita do laço de fita de Ana Maria Machado, O Pote Vazio de Demi ou Atrás da Porta de Ruth Rocha e por ai vai....
Desde já não posso deixar de agradecer aos contadores de história que tiveram todo esse trabalho de contar a história e montar as cenas no vídeo e ainda disponibilizar no youtube para quem quiser escutar e passar para seus alunos, filhos, netos ou sobrinhos...
Por isso resolvi disponibilizar uma lista com alguns links de histórias que achei muito legais, e que podem ser trabalhados em sala de aula.
O link direciona ao canal do youtube no qual aparece os vídeos e os autores que produziram os mesmos.

Menina bonita do laço de fita- Ana Maria Machado (youtube-Dalton Barone)


O Homem Que Amava Caixas- Sthephen Michael King (youtube-Dalton Barone)


Atrás da Porta - Ruth Rocha (youtube - Silvana Silva)

O Pote Vazio - Demi (youtube - Dalton Barone)


Esses foram só algumas das histórias, mas no youtube vocês encontram muito mais...
Bom aproveito!!! rs :)

domingo, 14 de maio de 2017

Produção de vídeos – “Stop Motion”

Na aula do dia 12/05 a professora propôs realizarmos um “Stop Motion” como exemplo à esse: 

     Segundo o site Animasan ' Stop Motion é uma técnica de animação na qual o animador trabalha com fotos quadro a quadro mudando a posição do objeto entre um quadro e outro. Quando o filme é projetado a 24 quadros por segundo, temos a ilusão de que os objetos estão se movimentando.' (http://www.animasan.com.br/conheca-a-tecnica-do-stop-motion-e-veja-como-ela-e-usada/)

Para produzir um “Stop Motion” a professora algumas 3 etapas :

a) Planejamento da animação – storyboard (escolhendo um nome para a animação, um tema a ser abordado, a relação do tema com o currículo escolar, e o planejamento de cada imagem;

b) Criação de personagem(ns) (cenário, fotografia e utilização do movie maker);

c) Análise sobre a atividade desenvolvida – elementos que envolvem as noções de tempo, direção, distância, etc.
Após o planejamento foi realizado o stop motion.

Veja como foi o trabalho :

Planejamento

Nome da animação: A noite

tema a ser abordado: Astronomia

Qual a relação do tema com o currículo escolar? 
      O ensino de conhecimentos astronômicos são orientados à professores do 3º ao 5º ano do ensino fundamental. Os PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS (PCNs) tanto de matemática, quanto o de ciências Naturais tem orientações relacionados ao tema. No PCN de Ciências Naturais http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro03.pdf é possível encontrar orientação sobre o ensino de astronomia na parte de ''Ciências Naturais e Tecnologia'' (Página 23); ''Aprender e ensinar ciências naturais no ensino fundamental' (página 27) e ''Os conteúdos de ciências naturais no ensino fundamental'' (página 33). Já no PCN de matemática http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro03.pdf é possível encontrar na parte de ''O conhecimento matemático'' (página 19); ''O recurso à resolução de problemas '' (página 28) e em ''Espaço e Forma '' (Página 78). Além do conteúdo, pode ser trabalhado a criatividade.
com esses passos foram feitos alguns rabiscos em um modelo de planejamento assim:
Fonte: planejamento para elaboração do meus Stop Motion

Os materiais utilizados foram:

1- Papel cartão, tinta guache nas cores preto, vermelho, amarelo, azul, branco, esponja e escova de dente para produzir o céu;
2- 10 Folhas de plastico na cor azul para produzir o mar;
3- papelão lápis de cor marrom para fazer o barquinho;
4- Papel cartão cola e Glitter, dois imãs para fazer a estrela cadente

Para a gravação:
1-Tripé de celular;
2- Celular;
3- Sala escura;
4- Durex;
5- Mesa grande para o cenário, mesa pequena para o tripé;
6- Luminária.

E o Stop Motion ficou assim:


Após a elaboração do Stop Motion, foi realizado a análise do mesmo. 



Fonte: Análise da elaboração do meus Stop Motion


       Essa atividade pode ser realizada com os alunos de várias faixas etárias, o que muda é o objetivo do professor ao passar a atividade e as estratégias de como ela será realizada. Lembrando que toda a atividade tem que ser intencional. Por exemplo, esse stop Motion foi elaborado pensando em uma proposta de aula para alunos de 3º à 5º ano relacionados a conteúdos astronômicos. 

Espero que tenham gostado! :)

Narrativa critica sobre os textos: Jogos educativos em dispositivos móveis como auxílio ao ensino da matemática de José Francisco Barbosa Neto e Limites e possibilidades das TIC na educação de Guilhermina Lobato Miranda

1º TEXTO:
''Jogos educativos em dispositivos móveis como auxílio ao ensino da matemática ''
de José Francisco Barbosa Neto


Disponível em : http://seer.ufrgs.br/index.php/renote/article/view/41623/26403



O artigo, a princípio é muito interessante, relata uma pesquisa que foi realizada com Alguns alunos do recife, na qual utilizou  jogos educativos em dispositivos móveis (Android ) como forma de estimular a aprendizagem da Matemática. O jogo foi inspirado na literatura de Malba Tahan: O homem que calculava (PDF hiperlinkado).
É utilizado o conceito de Mobile Learning para justificar essa tecnologia na educação.
O jogo foi dividido em seis estagios e tem niveis diferentes de dificuldade. A principio tem uma tela de menu , depois uma tela explicando o jogo, e então o jogo apresentando o problema. Conforme os alunos vão jogando se ele acerta aparece uma tela de conceitos para o aluno selecionar  o conceito matemático aprendido na sala de aula que foi utilizado para responder o problema daquela fase , para os que não acertaram a face volta ao inicio. 
 O artigo vale a pena ser lido. Porém duas coisas me chamaram a atenção de maneira crítica. Foram poucos os alunos que participaram dessa experiencia, o texto traz que foram ''16 (dezesseis) alunos oriundos de duas escolas do Recife, sendo 04 (quatro) alunos de uma escola particular (cursando o 8º ano do ensino fundamental) e 12 alunos de uma escola pública estadual (cursando o 1º ano do ensino médio).''  Penso eu , que a proposta foi  bem elaborada, com a oportunidade se ser mais explorada, porém os números dos participantes, não foi tão relevante a ponto de confirmar que a proposta realmente funciona , isso implica nos resultados. Um outro ponto é o fato do jogo ser construído apenas para essa pesquisa e depois não foi mais utilizado. Acredito que a ideia do projeto foi boa, porém faltou continuação no processo. outras crianças poderiam utilizar dessa ferramenta para aprender e a pesquisa se tornaria mais rica em informação e comprovação de seus objetivos. Mesmo com esses dois aspectos observados a proposta apresenta ser interessante.

2º TEXTO:
''Limites e possibilidades das TIC na educação''
Guilhermina Lobato Miranda

Disponível em : http://ticsproeja.pbworks.com/f/limites+e+possibilidades.pdf


       Esse artigo também é interessante. E pensando sobre as ferramentas tecnológicas, depois da leitura do artigo, concordo com o ponto que o autor traz , que as ferramentas não devem ser colocadas às acrescentadas e sim integradas. Elas precisam ser integradas aos conteúdos escolares de maneira a estar nos currículos escolares. Não é só oferecer a tecnologia, mais promover o processo do ensino e aprendizagem relacionada a ela, para que dessa maneira seja mais significava. 
            Infelizmente, hoje com os estágios que realizamos nas escolas estaduais e municipais, percebemos a falta de preparação dos professores e o descaso pelo próprio estado e município no incentivo ao desenvolvimento tecnológico nas escolas.


             Para esse artigo foi proposto ao meu grupo realizar duas perguntas, na qual segue com as respostas retiradas do próprio artigo:


Pergunta 01: Como podemos classificar o conceito de tecnologia educativa?  (Página 02)

R: E um domínio da educação, onde o termo não se limita aos recursos técnicos usados no ensino, mas a todos os processos de concepção, desenvolvimento e avaliação da aprendizagem

Pergunta 02: Qual foi o principal objetivo da autora do texto em falar sobre este assunto?

R: O principal objetivo foi conceber, desenvolver, e avaliar um ambiente virtual de aprendizagem de matemática (AVA); também foi em estudar os fatores que influenciaram positivamente e negativamente o desenvolvimento de uma comunidade virtual de aprendizagem em meio escolar, funcionando como complemento e não como substituto das aulas presenciais.  



Mapa conceitual do artigo: Jogos educativos em dispositivos móveis como auxílio ao ensino da matemática



No dia 05/05  meu grupo apresentou o mapa conceitual de um artigo cientifico cujo o titulo era: ''Jogos educativos em dispositivos móveis como auxílio ao ensino da matemática'' de José Francisco Barbosa Neto. 
E fez a leitura de outro um outro texto ''Limites e possibilidades das TIC na educação'' de Guilhermina Lobato Miranda, para realizar duas perguntas ao grupo que apresentaria o mapa conceitual desse texto.

Imagem do mapa conceitual 'Jogos educativos em dispositivos móveis como auxílio ao ensino da matemática'

O mapa conceitual foi produzido no programa Goconqr no qual também esta disponível acessando esse endereço:  https://www.goconqr.com/pt-BR/p/8801470.

Após a apresentação, a professora propôs fazermos uma narrativa critica dos dois textos, (o apresentado e o da produção das perguntas), podendo fazer uma critica construtiva em pontos que acharmos relevantes. 

domingo, 9 de abril de 2017

PLANO DE AULA - Sistema Solar


PLANO DE AULA

TEMA: Sistema Solar

SÉRIE/ANO: 5°ano do Ensino Fundamental

OBJETIVO GERAL: Compreender a composição do nosso sistema solar e os impactos que ele tem sobre nosso planeta e nossa vida como espécie.

OBJETIVO ESPECÍFICO:
  • Entender o papel do Sol do sistema solar e seus impactos na nossa vida.
  • Compreender o que é a Lua e sua importância para a segurança do nosso planeta.
  • Compreender os elementos: asteroides, cometas e meteoroides, entendendo sua composição, diferenças e ações no sistema solar.
  • Entender o que são e quais são os planetas que compõem nosso sistema solar, percebendo suas semelhanças e diferenças.
  • Identificar relações entre conhecimento científico, produção de tecnologia e condições de vida, no mundo de hoje e em sua evolução histórica; 

CONTEÚDOS:
  • Estrela: Sol
  • Satelites Naturais
  • Asteroídes
  • Cometas
  • Meteoroides
  • Planetas: Mércurio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.
  • Planetas Anões: Plutão, Éris, Ceres, Haumea e Makemake.

MÉTODOS:

  1. Momento: Será feita uma vista no museu virtual “Museu do Universo” e fazer a viagem pelo sistema solar proposta pelo museu o qual uma mostra a trajetória partindo do planeta Terra até a galáxia, depois será feita uma discussão para que entendam o nosso sistema solar como um elemento que compõem essa galáxia.
  2. Momento: Levantamento dos elementos que compõem o nosso sistema solar, recorrendo aos conhecimentos que o aluno já tem sobre o assunto e o que entendeu do vídeo. Complementando caso haja necessidade.
  3. Momento: Aula expositiva sobre o sol, a lua, asteroides, cometas e meteorideos, seguido de debates sobre as ações deles no universo e suas interferências em nosso planeta.
  4.  Momento: Serão feitos trabalhos em grupo, a respeito de cada um dos planetas, onde partindo das informações que o museu traz, os alunos deverão trazer suas características mais marcantes como os aspectos físicos, movimento, formação do planeta e distância do sol.
  5. Momento: Neste último momento, os alunos deverão expor seus conhecimentos sobre o planeta para a sala, através de uma viagem guiada pelo planeta, como a proposta pelo museu, devendo nela trazer as informações mais importantes deles, podendo fazer uso de todos os recursos que poderão agregar para tornar a viagem mais significativa.

terça-feira, 4 de abril de 2017

O virtual criando conhecimento real


          Na aula 04/04/2014 de TIC, a professora discutiu um pouco sobre as ‘’pós verdades’’ da internet. Depois que a internet ficou mais acessível, a quantidade de notícias enganosas ou deturpadas cresceu absurdamente, as pessoas não tinham a noção que estava sendo exposta, pois a impressão de estar atrás de um computador é que ninguém está vendo.
            Após a conversa a professora propôs uma atividade e enviou por e-mail. A proposta era a seguinte:


Proposta de atividade: 

1 Explorando museus virtuais 

a) Faça um tour virtual por um (ou mais) museu(s) virtual(is) abaixo indicado. 

b) Identifique o que esse museu disponibiliza de informação ao visitante: acervo fotográfico de peças, visita virtual guiada, textos escritos a respeito de obras e exposições, etc. 

c) Elabore uma proposta de atividade para os anos iniciais do Ensino Fundamental que relacione o conteúdo de uma visita virtual ao museu a um tema/assunto a ser trabalhado nessa etapa educacional. 

d) Você pode estabelecer essa relação a partir dos objetivos e conteúdos dos PCNs (História/Geografia, Artes, Ciências, ...) ou outro documento norteador de currículo ao qual você possui acesso. 

Na proposta da atividade descreva: 
a) Ano escolar a que se destina a atividade. 
b) O objetivo da atividade. 
c) O conteúdo/tema/assunto a ser trabalhado. 
d) Como a tarefa será desenvolvida. 

Sugestões de sites para visita virtual - museus 


Materiais Curriculares – 
https://www.youtube.com/watch?v=vHh-fntr5Nw 

Realização da Atividade

                Para a realização da atividade fiz em dupla com a Lídia. Escolhemos o site: http://eravirtual.org/ (imagem 1 e 2) e dentro desse site ele mostra vários museus e lugares para conhecer virtualmente. Escolhemos o Museu do universo e fundamentamos a atividade nos parâmetros curriculares de ciências naturais, disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro04.pdf página 23. 


Imagem 1

Imagem 2

                    Segundo os PCNS sobre Ciências Naturais e Tecnologia, 
(...) sendo atividades humanas, a Ciência e a Tecnologia são fortemente associadas às questões sociais e políticas. Motivações aparentemente singelas, como a curiosidade ou o prazer de conhecer são importantes na busca de conhecimento para o indivíduo que investiga a natureza (BRASIL 1997, p25).
           Os objetivos dos PCNS escolhidos para nossa proposta de atividade são: 
  • Identificar relações entre conhecimento científico, produção de tecnologia e condições de vida, no mundo de hoje e em sua evolução histórica; 
  • Saber utilizar conceitos científicos básicos, associados a energia, matéria, transformação, espaço, tempo, sistema, equilíbrio e vida; 
  • Compreender a tecnologia como meio para suprir necessidades humanas, distinguindo usos corretos e necessários daqueles prejudiciais ao equilíbrio da natureza e ao homem. (BRASIL 1997, p.35). 
               A partir dos objetivos dos PCN´s, nós definimos como tema o sistema solar, um conteúdo muito importante para 5° ano. Utilizamos o Museu do Universo pertencente ao planetário do Rio de Janeiro e ele possui vários espaços e informações para trabalhar o sistema solar. 
             Pensando em um trabalho realizado com o 5º ano do ensino fundamental, a ideia que eles conheçam os elementos que compõem o nosso sistema solar, assim como as relações que eles tem uns com os outros. Acreditamos que a visita pelo museu propiciará um conhecimento mais significativo para os alunos. Assim, foram elencados alguns espaços do museu que ajudaram a alcançar esse objetivo. 
            Um ponto muito interessante é o vídeo “A grande viagem”, (imagem 3) no qual os visitantes são convidados a fazer uma viagem numa espaço nave pelo universo (de forma virtual), conhecendo um pouco mais sobre o sol, a lua, os planetas e os demais componentes do nosso sistema solar. 


(imagem 3)

             Ele possui também estandes para cada um dos planetas, mostrando uma miniatura física do planeta, um modelo de sua composição interna e em uma tela você é capaz de acessar informações referentes a seus aspectos físicos, movimento, formação do planeta, assim como propícia uma viagem pelo planeta, podendo visualizar a sua superfície. (imagem 4).


(imagem 4)

        Para entender o sol, o museu possui um pôster e maquetes dele, explicando os fenômenos produzidos por ele e sua influência sobre os demais planetas. A lua também tem um espaço onde é explicado isso.
         Ha um espaço que se parece com uma balança, ao clicarmos abre uma tabela para colocarmos nosso ‘’peso’’ (a medida correta segundo a física Newton) e a partir do referencial de peso da terra para aparece como seria nosso ''peso'' em outros planetas.(imagem 5).


(imagem 5)

           Esse espaço virtual é ótimo para ser explorado com os alunos. Aproveite e explore esse museu e outros no link esta citado á cima.


terça-feira, 28 de março de 2017

Jogo de matemática :Hypat a Mat



           Na aula de TIC no dia 28-03-2017, conhecemos um site de jogos de matemática Hypat a Mat, que se encontra  no endereço:
http://www.hypatiamat.com/index.php .



      A professora pediu para que todos observassem o portal, para depois escolher um jogo e propor uma atividade para algum ano do fundamental explicando sua função e utilidade para o ensino-aprendizagem. 

      Depois de navegar no portal e conhecer um pouco dos jogos e suas funções, escolhi então um jogo ‘’o jogo da multiplicação’’ que pode ser trabalhado nos anos iniciais com varias propostas diferentes, porém escolhi o segundo ano do ensino fundamental I para fazer a proposta de atividade.





       Para chegar ao jogo escolhido parti da tela de apresentação:

1- Números e operações 
2- Números naturais e zero 
3- Jogo da multiplicação.

     O jogo da multiplicação estimula no aluno tanto a autonomia, reflexão quanto o pensamento matemático. Ele funciona da seguinte maneira:
   Você clica para jogar e aparecem duas opções números naturais e números inteiros, escolhe um e começa a jogar. Eu escolhi números naturais.


        Do lado direito da tela aparece o resultado e o sinal de multiplicação e a criança precisa escolher os números certos que cheguem no resultado pedido.
      Isso faz com que a criança se desprenda da conta tradicional de ter que calcular para chegar ao resultado, pois estimula o inverso. 
Mapas conceituais 


      No dia 20-03-17 na aula de TIC. aprendemos sobre os mapas conceituais. Suas formas diversas de ser feita, sua função e também ferramentas para a produção.
Sua produção pode ser em power point, Word ou também em programas online. 
   Procurando na internet é disponibilizado vários programas de mapa mental (mapa conceitual), Mas nessa aula foram apresentadas dois programas.






  
 Esses foram os mapas apresentados em sala. Em seguida realizamos uma atividade proposta pela professora sobre uma reportagem de uma pesquisa da unicamp, cujo o titulo é : A infância não é virtual'' . 
     A entrevistada é a Pedagoga Ana lúcia Pinto de Camargo Meneguel que conta sobre sua dissertação, pesquisando o tema de tecnologia na infância.
    Essa entrevista pode ser consultada no site : http://www.unicamp.br/unicamp/ju/669/infancia-nao-e-virtual .


       Após realizar a leitura do texto fizemos nosso mapa conceitual, individual ou em dupla.
       Construí o mapa sozinha, e com poucas palavras. 

     Dia 24-03 apresentamos os nossos mapas conceituais em sala de aula. 



          Essa pesquisa é muito importante e serve de alerta tanto para os pais, quanto para os educadores em relação aos usos da tecnologia da infância.


terça-feira, 14 de março de 2017

Narrativa: Criação coletiva de história infantil com a utilização da ferramenta Google docs

Narrativa sobre as aulas do dia 07/03/2017 e 10/03/2017.

Elaboração colaborativa da história infantil : você já viu uma estrela cadente?

Na na aula de Tecnologias da informação e comunicação da educação dia 07/03, a professora Alessandra propôs uma atividade para elaborarmos em trio um conto infantil colaborativo, mas usando o Google Docs para a elaboração da escrita em conjunto.
Eu e a Ana carolina formamos dupla e conversamos sobre o assunto, depois comecei a escrever uma frase sobre duas meninas que voltam da escola e conversam sobre um assunto que viu em aula: sobre estrela cadente, depois ela deu continuidade na história usando suas ideias, cada uma elaborava uma frase. Na metade do texto resolvemos pesquisar o assunto para dar uma fala ao personagem com mais veracidade na informação, pesquisamos imagens também . Enquanto a Ana contribuía com com sua ideia na história eu pesquisava as informações, quando ela havia finalizado a ideia naquela parte eu finalizava a pesquisa para agregar ao texto, após finalizar a pesquisa comecei a escrever minhas ideias usando a parte das informações científicas que havia escolhido e a Ana pesquisava imagens para ilustrar o texto.
Ao finalizar a aula deixamos a última parte para finalizar em casa ou na próxima aula.
Em casa vi os comentários que a professora havia escrito no texto, mandei mensagem pelo whatsApp para Ana, e propus que a Lídia participasse do grupo pois ela havia faltado.
Na aula do dia 10/03 Ana conversou comigo sobre os comentários que viu da professora, ela começou a fazer as alterações seguindo as sugestões da professora. logo que cheguei a aula conversamos sobre a Lídia participar do texto. Lídia começou a ler, corrigir algumas palavras, termos e por suas ideias dando sentido em algumas partes do texto, Ana também corrigiu e a orientou em algumas partes da história, eu comecei a fazer a leitura detalhada para a correção final.
Finalizamos a ideia e a Ana precisou ir trabalhar, eu e a Lídia procuramos mais imagens e finalizei a leitura final.
Após a finalização da narrativa colaborativa começamos a fazer um texto individual narrando a realização da atividade.

História infantil : Já viu uma estrela candente?

Autoras : Adrielli Eliza, Ana Carolina, Lídia Macedônio.

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Em uma tarde de terça-feira, duas meninas, Amanda e Bárbara, voltavam para suas casas. No meio do caminho, Amanda perguntou para sua amiga se já havia visto uma estrela cadente. Ela respondeu que sim, que havia visto na aula de ciências de hoje. Tinha sido muito interessante, pois a professora mostrou o stellarium, um programa em que você consegue ver o céu no computador, pela internet.. Todos ficaram maravilhados com a beleza do céu cheio de Astros e estrelas.
- Não. - respondeu a Amanda - Eu queria dizer na vida real… Você já viu uma estrela cadente passando assim, na sua frente?
Bárbara ficou parada , tentando lembrar, mas triste falou para sua amiga:
Acho que nunca vi de verdade verdadeira.
Então Amanda teve uma brilhante ideia: levar sua amiga para dormir em sua casa no final de semana e olhar o céu durante a noite inteira até conseguirem ver uma estrela cadente passar.
Tem certeza que conseguiremos ver? - perguntou Bárbara.
Claro! Meu pai tem um telescópio gigante, ele é astrônomo.


Assim as meninas fizeram todos os planos necessários. Pediram permissão para os pais de Bárbara, buscaram roupas em sua casa; montaram um espaço perfeito para passar a noite acordadas no quarto de Amanda; separaram comida, água e frutas para não ter de levantar com fome à noite e fazer barulho; buscaram o telescópio e o posicionaram da melhor forma que puderam; deixaram o rádio ligado para o caso de algum repórter anunciar estrelas cadentes naquela noite.
Foram tantos os preparativos que quando veio a noite, as meninas já estavam até cansadas, mas toda a ideia de ver uma estrela cadente ao vivo era tão empolgante que elas facilmente se animavam e logo começavam o assunto sobre estrelas, céu, sonhos e tudo o que poderia fazer uma estrela passar de um lado para o outro no céu.
Por volta das oito horas da noite, as meninas estavam mais do que prontas para observar o céu o máximo de tempo que conseguissem. Passaram as primeiras duas horas e elas bem empolgadas falando alto, dando risada e beliscando algumas comidas. Após mais duas horas as meninas já sentiam o corpo doendo por tanto tempo sentadas no chão, mesmo mudando de lugar as vezes ou andando pelo quarto, sentiam as pernas cansadas e já começaram a falar sobre ir dormir.
Não podemos! - disse Amanda.- Preparamos tudo certinho pra ver pelo menos uma estrela passar, não é possível que não dê certo… Vamos esperar mais um pouquinho.
Elas esperaram. Após uma hora, as meninas já estavam totalmente desanimadas e desconsoladas, não conseguiam entender porque não viram nenhuma estrela passando… Se perguntavam se algum momento elas haviam se distraído, ou se por acaso as estrelas estivesse passeando em outro lugar do mundo. Foram dormir, cansadas e tristes.
Na manhã seguinte, Bárbara acordou e perguntou a Amanda:
Porque a gente não pergunta para o seu pai? Ele deve saber porque nós não vimos estrela cadente nenhuma passando no céu…
Amanda rapidamente concordou e foram as duas, antes de lavar o rosto e comer qualquer coisa, perguntar para o pai dela.
Pai, não vimos nenhuma estrela cadente ontem a noite, esperamos tanto que ficamos cansadas e dormimos tristes, porque aconteceu isso?
Então seu pai pediu para que elas primeiro escovarem os dentes e comerem e após isso eles contariam sobre o céu e o porque que elas não viram nenhuma estrela cadente na noite anterior.
Após as meninas obedecerem ao pai de Amanda e estarem com a barriga cheia, sentaram-se no sofá esperando ele explicar sobre o céu. Assim ele foi conversando com elas:
Meninas, primeiro gostaria de contar à vocês que uma estrela cadente não pode ser vista a qualquer momento e em qualquer dia. Ela é um fenômeno que acontece no espaço e quando acontece de passar perto da Terra nós conseguimos ver. Para vocês entenderem melhor isso vou falar sobre o céu e o nome dos astros que vemos. Vou mostrar para vocês um vídeo que vai ajudar a entenderem melhor, as palavras que vocês não entenderem anotem nesse bloquinho que explico depois de maneira mais fácil. Olhe essa imagem sobre o cometa.

Os cometas são "pedras de gelo sujo". O gelo dessas pedras passa diretamente do estado sólido para o estado gasoso. A "sujeira" é constituída principalmente por poeira e pedras, dos tamanhos mais variados. Cometas são objetos do Sistema Solar que estão presos gravitacionalmente ao Sol. O que é gravitacionalmente? - perguntou Amanda olhando com dúvida para o pai.É o que está preso pela gravidade, uma força invisível que o deixa junto ao sistema Solar e não deixa que ele saia voando pelo espaço. Ao contrário dos planetas, cujas órbitas (a distância de um planeta ao Sol varia pouco) são quase circulares, os cometas têm órbitas muito elípticas, o que realça o seu aproximar-afastar do Sol. Quanto mais distante um cometa, mais tempo o cometa levará para dar uma volta completa em torno do Sol. Quando esse cometa se aproxima suficientemente do Sol dá-se início ao processo de sublimação dos elementos que fazem parte dos cometas.O que é sublimação? - indagou Bárbara estranhando a palavra esquisita.São os gases e grãos que estão separados do centro do cometa, e devido a esse processo, formarão uma nuvem a sua volta. - Explicou o pai - Chamamos essa nuvem de cabeleira (ou coma) do cometa. Parte do material dessa nuvem será "soprado" pelo "vento solar" no sentido contrário ao que o Sol se encontra, formando a cauda do cometa. A luz dessa caída é tão grande que impede de ver direito o centro do cometa. O que vemos de um cometa, são na verdade, a sua cabeleira e a sua cauda. As meninas ficaram encantadas. O pai de Amanda ainda queria contar sobre os meteoritos, mas essa seria uma outra história. As duas amigas ficaram felizes e empolgadas, mal esperavam a chance de poder ver realmente uma estrela cadente.




Fonte das informações Cientificas : http://www.observatorio.ufmg.br/Pas102.htm