terça-feira, 28 de março de 2017

Jogo de matemática :Hypat a Mat



           Na aula de TIC no dia 28-03-2017, conhecemos um site de jogos de matemática Hypat a Mat, que se encontra  no endereço:
http://www.hypatiamat.com/index.php .



      A professora pediu para que todos observassem o portal, para depois escolher um jogo e propor uma atividade para algum ano do fundamental explicando sua função e utilidade para o ensino-aprendizagem. 

      Depois de navegar no portal e conhecer um pouco dos jogos e suas funções, escolhi então um jogo ‘’o jogo da multiplicação’’ que pode ser trabalhado nos anos iniciais com varias propostas diferentes, porém escolhi o segundo ano do ensino fundamental I para fazer a proposta de atividade.





       Para chegar ao jogo escolhido parti da tela de apresentação:

1- Números e operações 
2- Números naturais e zero 
3- Jogo da multiplicação.

     O jogo da multiplicação estimula no aluno tanto a autonomia, reflexão quanto o pensamento matemático. Ele funciona da seguinte maneira:
   Você clica para jogar e aparecem duas opções números naturais e números inteiros, escolhe um e começa a jogar. Eu escolhi números naturais.


        Do lado direito da tela aparece o resultado e o sinal de multiplicação e a criança precisa escolher os números certos que cheguem no resultado pedido.
      Isso faz com que a criança se desprenda da conta tradicional de ter que calcular para chegar ao resultado, pois estimula o inverso. 
Mapas conceituais 


      No dia 20-03-17 na aula de TIC. aprendemos sobre os mapas conceituais. Suas formas diversas de ser feita, sua função e também ferramentas para a produção.
Sua produção pode ser em power point, Word ou também em programas online. 
   Procurando na internet é disponibilizado vários programas de mapa mental (mapa conceitual), Mas nessa aula foram apresentadas dois programas.






  
 Esses foram os mapas apresentados em sala. Em seguida realizamos uma atividade proposta pela professora sobre uma reportagem de uma pesquisa da unicamp, cujo o titulo é : A infância não é virtual'' . 
     A entrevistada é a Pedagoga Ana lúcia Pinto de Camargo Meneguel que conta sobre sua dissertação, pesquisando o tema de tecnologia na infância.
    Essa entrevista pode ser consultada no site : http://www.unicamp.br/unicamp/ju/669/infancia-nao-e-virtual .


       Após realizar a leitura do texto fizemos nosso mapa conceitual, individual ou em dupla.
       Construí o mapa sozinha, e com poucas palavras. 

     Dia 24-03 apresentamos os nossos mapas conceituais em sala de aula. 



          Essa pesquisa é muito importante e serve de alerta tanto para os pais, quanto para os educadores em relação aos usos da tecnologia da infância.


terça-feira, 14 de março de 2017

Narrativa: Criação coletiva de história infantil com a utilização da ferramenta Google docs

Narrativa sobre as aulas do dia 07/03/2017 e 10/03/2017.

Elaboração colaborativa da história infantil : você já viu uma estrela cadente?

Na na aula de Tecnologias da informação e comunicação da educação dia 07/03, a professora Alessandra propôs uma atividade para elaborarmos em trio um conto infantil colaborativo, mas usando o Google Docs para a elaboração da escrita em conjunto.
Eu e a Ana carolina formamos dupla e conversamos sobre o assunto, depois comecei a escrever uma frase sobre duas meninas que voltam da escola e conversam sobre um assunto que viu em aula: sobre estrela cadente, depois ela deu continuidade na história usando suas ideias, cada uma elaborava uma frase. Na metade do texto resolvemos pesquisar o assunto para dar uma fala ao personagem com mais veracidade na informação, pesquisamos imagens também . Enquanto a Ana contribuía com com sua ideia na história eu pesquisava as informações, quando ela havia finalizado a ideia naquela parte eu finalizava a pesquisa para agregar ao texto, após finalizar a pesquisa comecei a escrever minhas ideias usando a parte das informações científicas que havia escolhido e a Ana pesquisava imagens para ilustrar o texto.
Ao finalizar a aula deixamos a última parte para finalizar em casa ou na próxima aula.
Em casa vi os comentários que a professora havia escrito no texto, mandei mensagem pelo whatsApp para Ana, e propus que a Lídia participasse do grupo pois ela havia faltado.
Na aula do dia 10/03 Ana conversou comigo sobre os comentários que viu da professora, ela começou a fazer as alterações seguindo as sugestões da professora. logo que cheguei a aula conversamos sobre a Lídia participar do texto. Lídia começou a ler, corrigir algumas palavras, termos e por suas ideias dando sentido em algumas partes do texto, Ana também corrigiu e a orientou em algumas partes da história, eu comecei a fazer a leitura detalhada para a correção final.
Finalizamos a ideia e a Ana precisou ir trabalhar, eu e a Lídia procuramos mais imagens e finalizei a leitura final.
Após a finalização da narrativa colaborativa começamos a fazer um texto individual narrando a realização da atividade.

História infantil : Já viu uma estrela candente?

Autoras : Adrielli Eliza, Ana Carolina, Lídia Macedônio.

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Em uma tarde de terça-feira, duas meninas, Amanda e Bárbara, voltavam para suas casas. No meio do caminho, Amanda perguntou para sua amiga se já havia visto uma estrela cadente. Ela respondeu que sim, que havia visto na aula de ciências de hoje. Tinha sido muito interessante, pois a professora mostrou o stellarium, um programa em que você consegue ver o céu no computador, pela internet.. Todos ficaram maravilhados com a beleza do céu cheio de Astros e estrelas.
- Não. - respondeu a Amanda - Eu queria dizer na vida real… Você já viu uma estrela cadente passando assim, na sua frente?
Bárbara ficou parada , tentando lembrar, mas triste falou para sua amiga:
Acho que nunca vi de verdade verdadeira.
Então Amanda teve uma brilhante ideia: levar sua amiga para dormir em sua casa no final de semana e olhar o céu durante a noite inteira até conseguirem ver uma estrela cadente passar.
Tem certeza que conseguiremos ver? - perguntou Bárbara.
Claro! Meu pai tem um telescópio gigante, ele é astrônomo.


Assim as meninas fizeram todos os planos necessários. Pediram permissão para os pais de Bárbara, buscaram roupas em sua casa; montaram um espaço perfeito para passar a noite acordadas no quarto de Amanda; separaram comida, água e frutas para não ter de levantar com fome à noite e fazer barulho; buscaram o telescópio e o posicionaram da melhor forma que puderam; deixaram o rádio ligado para o caso de algum repórter anunciar estrelas cadentes naquela noite.
Foram tantos os preparativos que quando veio a noite, as meninas já estavam até cansadas, mas toda a ideia de ver uma estrela cadente ao vivo era tão empolgante que elas facilmente se animavam e logo começavam o assunto sobre estrelas, céu, sonhos e tudo o que poderia fazer uma estrela passar de um lado para o outro no céu.
Por volta das oito horas da noite, as meninas estavam mais do que prontas para observar o céu o máximo de tempo que conseguissem. Passaram as primeiras duas horas e elas bem empolgadas falando alto, dando risada e beliscando algumas comidas. Após mais duas horas as meninas já sentiam o corpo doendo por tanto tempo sentadas no chão, mesmo mudando de lugar as vezes ou andando pelo quarto, sentiam as pernas cansadas e já começaram a falar sobre ir dormir.
Não podemos! - disse Amanda.- Preparamos tudo certinho pra ver pelo menos uma estrela passar, não é possível que não dê certo… Vamos esperar mais um pouquinho.
Elas esperaram. Após uma hora, as meninas já estavam totalmente desanimadas e desconsoladas, não conseguiam entender porque não viram nenhuma estrela passando… Se perguntavam se algum momento elas haviam se distraído, ou se por acaso as estrelas estivesse passeando em outro lugar do mundo. Foram dormir, cansadas e tristes.
Na manhã seguinte, Bárbara acordou e perguntou a Amanda:
Porque a gente não pergunta para o seu pai? Ele deve saber porque nós não vimos estrela cadente nenhuma passando no céu…
Amanda rapidamente concordou e foram as duas, antes de lavar o rosto e comer qualquer coisa, perguntar para o pai dela.
Pai, não vimos nenhuma estrela cadente ontem a noite, esperamos tanto que ficamos cansadas e dormimos tristes, porque aconteceu isso?
Então seu pai pediu para que elas primeiro escovarem os dentes e comerem e após isso eles contariam sobre o céu e o porque que elas não viram nenhuma estrela cadente na noite anterior.
Após as meninas obedecerem ao pai de Amanda e estarem com a barriga cheia, sentaram-se no sofá esperando ele explicar sobre o céu. Assim ele foi conversando com elas:
Meninas, primeiro gostaria de contar à vocês que uma estrela cadente não pode ser vista a qualquer momento e em qualquer dia. Ela é um fenômeno que acontece no espaço e quando acontece de passar perto da Terra nós conseguimos ver. Para vocês entenderem melhor isso vou falar sobre o céu e o nome dos astros que vemos. Vou mostrar para vocês um vídeo que vai ajudar a entenderem melhor, as palavras que vocês não entenderem anotem nesse bloquinho que explico depois de maneira mais fácil. Olhe essa imagem sobre o cometa.

Os cometas são "pedras de gelo sujo". O gelo dessas pedras passa diretamente do estado sólido para o estado gasoso. A "sujeira" é constituída principalmente por poeira e pedras, dos tamanhos mais variados. Cometas são objetos do Sistema Solar que estão presos gravitacionalmente ao Sol. O que é gravitacionalmente? - perguntou Amanda olhando com dúvida para o pai.É o que está preso pela gravidade, uma força invisível que o deixa junto ao sistema Solar e não deixa que ele saia voando pelo espaço. Ao contrário dos planetas, cujas órbitas (a distância de um planeta ao Sol varia pouco) são quase circulares, os cometas têm órbitas muito elípticas, o que realça o seu aproximar-afastar do Sol. Quanto mais distante um cometa, mais tempo o cometa levará para dar uma volta completa em torno do Sol. Quando esse cometa se aproxima suficientemente do Sol dá-se início ao processo de sublimação dos elementos que fazem parte dos cometas.O que é sublimação? - indagou Bárbara estranhando a palavra esquisita.São os gases e grãos que estão separados do centro do cometa, e devido a esse processo, formarão uma nuvem a sua volta. - Explicou o pai - Chamamos essa nuvem de cabeleira (ou coma) do cometa. Parte do material dessa nuvem será "soprado" pelo "vento solar" no sentido contrário ao que o Sol se encontra, formando a cauda do cometa. A luz dessa caída é tão grande que impede de ver direito o centro do cometa. O que vemos de um cometa, são na verdade, a sua cabeleira e a sua cauda. As meninas ficaram encantadas. O pai de Amanda ainda queria contar sobre os meteoritos, mas essa seria uma outra história. As duas amigas ficaram felizes e empolgadas, mal esperavam a chance de poder ver realmente uma estrela cadente.




Fonte das informações Cientificas : http://www.observatorio.ufmg.br/Pas102.htm

Introdução à criação de um blog

 
         A criação desse Bloggler tem com objetivo aprender a utiliza-lo como uma ferramenta na e para a área de educação, além de poder disseminar os  conhecimentos apreendidos na disciplina de Tecnologia da informação e comunicação da educação para a turma matutina do 7º período de pedagogia, na qual faço parte.  

Adrielli Eliza